Há sempre críticas em relação a Segunda Guerra Mundial, mas caso ela não houvesse ocorrido, como seriam as tecnologias de hoje? Talvez uns 10 anos, ou mais, atrasados com relação aos dias atuais. Tanto nas áreas de transporte e medicina quanto nas de energia, as quais tiveram seus avanços decorridos da Segunda Guerra.
No começo da Segunda Guerra Mundial, os aviões de caça tinham velocidade máxima de até 480 km/h e podiam voar até um teto de 9 mil metros de altitude. No final da guerra, caças já voavam a 640 km/h, com muitos tendo tetos de 12 mil metros. Mas o principal avanço foi na área da aviação a jato. Os caças a jato, criados ao longo da guerra, podiam locomover-se ainda mais rapidamente, mas eles não foram usados até próximo ao final da guerra. O primeiro jato funcional foi o alemão Heinkel He 178.
Uma das invenções mais importantes da Segunda Guerra foi o computador. Ele era muito diferente das máquinas que temos hoje. Ocupavam salas inteiras e faziam somente cálculos para direcionamento balístico.
Mas, com a Segunda Guerra, sua teoria foi utilizada para outros fins: criar uma arma de destruição em massa.
Na madrugada do dia 16 de julho de 1945, ocorreu o primeiro teste nuclear da história, realizado no deserto de Alamogordo, Novo México, o chamado Trinity Test. Sua segunda utilização foi na cidade japonesa de Hiroshima e o terceiro, na cidade de Nagasaki.
Pouca gente sabe, mas a internet que utilizamos hoje foi uma invenção do governo americano durante a Guerra Fria. O governo queria criar uma base de dados descentralizada, garantindo que a informação não fosse perdida em caso de bombardeio em uma das centrais.
Muito utilizado para esquentar aquele almoço, fazer macarrão instantâneo ou pipoca, o micro-ondas que hoje conhecemos surgiu graças a mente de Percy Spencer, engenheiro americano que trabalhava com a tecnologia de ondas eletromagnéticas para construir radares mais eficazes.
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